terça-feira, 15 de agosto de 2017

Régine Choukroun


Amo esta foto!
Recorte de uma revista Vogue da época em que Régine andava pelo Brasil, final dos anos 70, início dos 80??? Por aí.





segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Christiana Neves da Rocha e Guilherme Guimarães




Dois recortes de revistas do início da década de 80 - 1981/82? - quando Christiana Neves da Rocha vestiu literalmente a camisa de Guilherme Guimarães, divulgando o trabalho do amigo que tinha em Christiana uma de suas musas inspiradoras.
A bela Antonia Mayrink Veiga também foi outra que lançou um produto do costureiro, a calça jeans.
Guilherme Guimarães, o que tinha bom gosto!






domingo, 13 de agosto de 2017

Jacqueline de Ribes





Fui conhecer Jacqueline de Ribes no final doa anos 70 através a revista Interview brasileira. É claro que meu olho enlouqueceu quando vi aquele ser deslumbrante. A partir daí fiquei ligado na Ribes.
Durante um tempo li que ela estava desenhando moda. E só.
A foto acima é da Interview.
Antes de postar aqui estas fotos fui ao Google ver se já tinha essas que estou postando: não tem.
Nasceu em 1929 e está vivinha da silva.
Mais informações sobre esta mulher totalmente soberba, leiam o texto acima ou sigam para o Google.



Foto de jornal. Não sei qual e nem o ano, mas velho, evidentemente.

Gal Costa e Guy Laroche







Uma cabrocha bonita cantando e sambando e muito bem vestida por Guy Laroche, quem não admira????
Gal Costa em tempo de muito charme e elegância - 1982 -  quando vestia de  Guilherme Guimarães a Guy Laroche!

 Para os fãs da cantora a matéria todinha como eu guardei. 
E escaneadinha também! Pronta para os arrastos.




E, aproveitando a lembrança do nome Guy Laroche que eu via quando criança os vestidos nas matérias que saíam nas revistas brasileiras, fui ao Google arrastar umas imagens incrivelmente bonitas da obra do costureiro francês. Ele era muito bom!!!!
Da minha Enciclopédia da Moda de Georgina O'Hara, escaneei alguns poucos dados biográficos de Guy Laroche
Depois do seu falecimento - 1989 - a casa de costura em Paris continua em pleno funcionamento e com trabalhos incríveis, mas peguei mais coisas dos anos 60.
É de Guy Laroche os conhecidíssimos perfumes Fidji e o Drakkar Noir.










Casaco/abrigo de tricô de 2007, simplesmente arrasante, aliás, vai muito bem no clima brasileiro...
Gal Costa poderia fazer um show com ele... ia terminar a apresentação com 20 kg a menos! E direto para as passarelas de Paris!


Ui!!!





Uau! A Galzinha se deu bem!



Monsieur Guy Laroche.

Meu Pai e Eu




Meu pai, Luiz Carlos Barosa Carneiro, neto de portugueses de Leiria, Marinha Grande, Portugal. Família de vidreiros, de fábrica de vidros que existe até hoje.
Ele morreu em 2015. 
Acho que estes instantâneos são de 2013.
Por toda vida nos damos super mal. Depois super bem. Nos entendemos - árdua tarefa - através das leituras, ele era leitor compulsivo como eu e pelo humor. 
Era super engraçado, palavrões todos ele sabia e dizia como ninguém. Dercy - a atriz - dizia um palavrão como uma oração - alguém disse - e, meu pai, também. E eu digo e sei dizer na hora certa, quando convém, muito apropriadamente e, acho, sem vulgaridade e nem por faltar vocabulário. É Meu Lado meu Pai.
Felizmente, felizmente quando ele se foi estávamos em paz. Em riso.
Acho assaz cafona ficar, em datas comemorativas, lembrando de coisas pessoais - que só a gente interessa - mas... papai merece! E o Antiguinho é o meu diário de menino -moço - velho.
Beijos meu pai.

P.S. Neste dia das photos, um almoçareco simpático na casa de meu irmão, rimos horrores, falamos absurdos que só nós entendíamos. Maluquices, sandices para poder tocar a existência. Falamos tudo que queríamos, o que vinha à cabeça. Fala automática. Tudo que brotava pela boca. KKKKKKKKK
Teve gente que reclamou... KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

sábado, 12 de agosto de 2017

Dois Postais de Thereza Eugênia


 A Lagoa Rodrigo de Freitas e o Pão de Açúcar duas imagens já conhecidíssimas e super fotografadas da Cidade Maravilhosa, mas que se renovam sob o olhar poderoso e sensível da fotógrafa baiana/carioca, Thereza Eugênia, amiga de muitos anos.
Thereza é filha de Dadá, uma costureira de mão cheia aqui de Salvador que costurava para as mulheres da alta sociedade baiana. Ela entendia tudo de costura e de moda, conhecia o trabalho de todos os costureiros - amava Saint- Laurent. Meticulosa, perfeccionista, uma vez me disse que quando acabava de fazer um vestido caía exausta e que o momento de cortar a fazenda era o principal, o que exigia maior atenção, um erro ao passar a tesoura seria irremediável. Costura era inspiração e cálculo, matemática mesmo.
Costurava os vestidos na máquina que tinha desde mocinha com pedal e nunca se acostumou com o motor " difícil controlar o ponto".
Era uma mulher super bonita, vaidosa, sempre arrumada e usou sempre o mesmo corte de cabelo: batidinho na nuca. Olhos imensos azuis, como os de Thereza e Zezeca, outra filha.
 Bem humorada, mas intransigente em muitos aspectos, principalmente quando o assunto era moda que ela preferia sempre a clássica.
Quando ela faleceu, muitos vestidos que ela fez de corte e costura perfeitos, Zezeca me deu e eu doei ao Museu do Traje daqui de Salvador. Conservar tecido em casa é difícil e, afinal, obras de arte como eram os modelos de Dadá, merecem mesmo estar em um museu.






A Noite Picante de São Paulo


Desenho ilustrativo em um guia turístico de 1968 da cidade de São Paulo.
Aqui, o item eram as boites, os chamados "inferninhos" com shows ao vivo de beldades nuas.
Hoje sair à noite virou um perigo, um inferno pra lá de inferninho. Temos que saber bem aonde iremos, se é seguro o local etc. etc. 

Cinema


Ilustração em um guia turístico da cidade de São Paulo de 1968. Todas são assinadas, mas, quem entende a garatuja do autor????
Vamos ao cinema, então.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Carmen Mayrink Veiga . Mirtia Gallotti . Regina Wallauer






E depois de ficar um tempão sem postar nada de Carmen - é tanta coisa pra postar! - retorno com esta imagem incrível de Carmen de janeiro de 1985 em O Globo, coluna de Hildegard Angel quando ela ainda assinava Perla Sigaud.
Carmen, pra variar, está uma loucura!!! 
O que é isso, minha gente??? 

Carmen Mayrink Veiga, Cadê Você?


Abrindo um pacote de coisas velhas, encontrei este desenho/colagem que nem me lembrava mais e...KKKKK morri de rir, adorei!! Quem criou esta belezoca foi um amigo que, como eu, adorava Carmen e gostava de ficar criando coisas, dando asas à imaginação dele, que era muito fértil na época, e me mandava as maluquices depois, pelo correio.
Esta colagem com a vendedora de acarajé, tem no texto uma parodia de uma música do repertório de minha adorada e querida cantora Clementina de Jesus e pela qual ela ficou famosa, o Clementina, Cadê Você?. Ele imaginou cantarolar a música trocando o Clementina por Carmen Mayrink Veiga.
Acho até que dá pé, com todo o meu respeito e admiração à Clementina e a dona Carmen.
Não entendi as letras YEDL que o autor colocou embaixo.
Esta colagem é dos anos 80.
E agora eu aproveito e pergunto: Carmen Mayrink Veiga, cadê você?? Espero que esteja com saúde, espero que apareça e surja linda, divina, única, aliás, I e Única! Sempre.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Vestido da Noiva . Texto de Dolores Botafogo



 
O texto descrevendo o vestido da noiva e os poucos adornos permitidos é um primor!!!!
...um rosário de cristal,
...um missal de marfim,
...um fio de pérolas e os brincos das mesmas.
Muito chique a noiva de Dolores Botafogo: a clássica.



Mais uma ilustração - a costureira ajoelhada e cheia de alfinetes na boca, é demais! - e texto do livro Boas Maneiras - Recepções - de Dolores Botafogo, edição de 1966.