sábado, 24 de junho de 2017

Coluna Social do Jornal das Moças . 1961


A revista Jornal da Moças tinha uma coluna social - Social na Alta - escrita por José Moreno e, nessas três edições, tem notícias bem interessantes para quem gosta do assunto alta sociedade carioca e o que acontecia na vida noturna do antigo Rio de Janeiro, isto é, nos primeiros meses de 1961.





Dona Elisinha Moreira Salles foi destaque na coluna de janeiro. 






As senhoras Carmen Mayrink Veiga e Tereza de Souza Campos movimentou a coluna de março.


São João . Oração a São João Batista


Viva São João!



sexta-feira, 23 de junho de 2017

Um Carrinho de Madeira




Amei este carrinho de madeira da mais bela idade, isto é, para quem teve infância feliz em um lar sem brigas, com direito a carrinho e tudo mais.

Capa de livro católico. Autor: G. Zaffonato. O prato com as chamas é a marca da Cor Ardens, a editora.

Comprei ontem este livrinho no meio da rua, rua imunda e fedendo a xixi. Valeu pela capa agora escaneada e, o livro, já joguei no lixo, pois estava... um LIXO.

Festa Junina e a Matemática



Não sei. Sou péssimo em matemática.


Então, Viva São João!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Um Costume Jacques Heim










Revendo um dos números da revista Jornal das Moças de janeiro de 1961, me detive neste vestido de imensas bolas, criação do costureiro francês Jacques Heim. Fiquei tão deslumbrado com o modelo que imaginei até que eu já tinha postado ele aqui, mas não. 
Corri então para escanear, escanear alguma coisa sobre Heim na minha Enciclopédia da Moda de Georgina O'Hara - texto abaixo - e dar uma espiadinha no Google e no Youtube.


No Google, li que Heim teve dois filhos e que depois da morte dele eles não deram continuação ao trabalho do pai. Um dos netos, Jacques Heim, mesmo nome do avô, é hoje diretor de uma companhia de dança em Los Angeles, a Diavolo, cuja marca atual - o diabinho -  é inspirada na antiga marca da maison de costura do avô.





E achei fotos de uma coreografia da Diavolo que me lembrou a estampa de bolas, os círculos imensos dos vestido de Jacques Heim, motivo dessa postagem.


Bolas que vão.


 Bolas que vêm.


Jacques Heim, o neto. 
A volta do nome do avô esquecido. Agora não mais na arte da moda, mas na arte da dança.







E o deslumbramento deste antigo modelo em grandes bolas violetas, "ideal para cocktail" do mestre Jacques Heim, agora, lembrado no Antiguinho.



segunda-feira, 19 de junho de 2017

domingo, 18 de junho de 2017

Virgínia Lane, Célia Coutinho, Írma Alvarez, Norma Benguell, Rose Rondelli : Maiôs, Não!!!


A Laníssima. Ousada! A Rainha das Vedetes. A menor maior boazuda do teatro rebolado, do cinema e da TV. Censura nela!!!!!!!KKKKKKKKKKKK
Não pode aparecer de maiô. Tem que usar calças!!!!!


Rose Rodelli, foi certinha, vedete, pois era...boazuda! 
Acho que que foi mulher de Chico Anísio.  Fez teatro e cinema. Mas me lembro pouco dela.


Comportem-se vedetes! Usem calças, queridinhas!!!!


Célia Coutinho fazia a linha ingênua, mas...boazuda! Fez teatro, fez muita novela - vi muitas com ela e eu adorava. Pequenininha, tinha um jeitinho diferente de falar, a boquinha miudinha, econômica.
No filme Dona Violante Miranda ela fez a filha adotada pela personagem de Dercy Gonçalves.
Nos anos 80 me surpreendi quando vi Célia Coutinho, já senhorinha, fazendo um comercial na TV local daqui de Salvador. Amei!




Írma Alvarez, boazuda, certinha, atriz de teatro, cinema e novelas na TV. Na época do Cinema Novo fez muito filme bom.



Norma Benguell já estava seguindo as normas da censura: de calças! Linha comportada.
Norma ao lado de Odete Lara são as duas maiores estrelas do cinema brasileiro. A telona era delas.


O resto do bracinho de Norma...


Revista do Rádio, anos 60. 


Josephina Jordan e Guilherme Guimarães : "Gente Elegante Não tem Data"




E a frase lapidar: