segunda-feira, 25 de setembro de 2017

domingo, 24 de setembro de 2017

Carmen Mayrink Veiga . Lançamento da Revista Vogue Carmen . 1997


Coluna de Danuza no Jornal do Brasil, texto ótimo, hilário, espirituoso, uma delícia ler a coluna de girafinha
Ela escrevia tão bem que, acabou escritora e autora de vendagem imensa. O Na Sala com Danuza foi parar em todas as salas do Brasil elegante, classe média, média, baixa, enfim toda a pirâmide social adquiriu o "manual" de Danuza Leão. Quem resistiu àquele texto??? Marcou época. Eu adorei! 
Depois vieram muitos outros, todos ótimos, leves, delícias de ler, crônicas do JB, crônicas da Folha de São Paulo. E livros e livros e livros a man cheia. E ela poderia lançar outros tantos, se quisesse. Lança, Danuza!
Aqui, Danuza ainda estava no Jornal do Brasil, coluna de março de 1997. Ler as notinhas do "salto agulha" é viajar, hoje, por um passado tão perto que, no entanto, e muito de repente ficou para trás. O Rio e o Brasil mudou muito. Balas e tiroteio não combinam com saltos agulhas, então é melhor ficar em casa a ir a qualquer lançamento. Paranoia ou mistificação? 
Verdade.
A Vogue Carmen Mayrink Veiga foi um sucesso, comprei logo a revista que tenho até hoje guardadinha.
Para os admiradores de Carmen, a bela brasileira, estas notinhas dos meus guardados.




Ui! Que mulher é esta?????? Brasileira?????
-É.
-Pois é.



Coluna de Fred Suter, 23 de março de 1997, Jornal O Dia. Nas fotos Carmen com Gilda Sarmanho que era uma mulher elegantíssima, Celinha Valadão e Consuelo Pereira de Almeida. As três viviam sempre nas colunas sociais da época, mas, nunca mais ouvi falar delas, sumiram, foram-se, para onde não sei.
Vera Loyola continua no Rio e sempre aparece.
Este post é um registro - para variar - de a quantas andavam as colunáveis, as elegantes, as que frequentavam no Rio de Janeiro, infelizmente e outrora elegante e que, no lançamento da Vogue/Carmen, foram todas elas em revoada.


A bela Carmen!

Freira


Pequena ilustração em um dicionário de inglês. 
É freira tô dentro!

sábado, 23 de setembro de 2017

Um Velho Bowl . Uma Velha Tigela


Tigela de cerâmica da antiga Fábrica Santo Eugênio de São José dos Campos, São Paulo
A tigela está "bem sambada", mas, mesmo assim comprei, coloquei de molho durante dias, lavei em águas mil e pretendo usar! Como me dizia uma velha tia avó, "água só não lava a língua". Então...
Eu adorei o tom da tigela, um azul claro e leitoso e com umas manchas tipo um marmoreado. Nova, ela deveria ser muito bonita, mas como gosto de coisas velhas e com suas marcas do tempo, repito: água só não lava a língua!
Futuros pães e bolos e etc. farei no meu bowl Santo Eugênio.
Anos 50, 60? De que período será? 
Os dados da Fábrica Santo Eugênio - localização - fui pescar no ótimo site de Fábio Carvalho, o Porcelana Brasil, mas este modelo não vi por lá.

 2 x. de ft. ovos. leite. manteiga. mistura tudo
 e bate-se em um elegante bowl antigo. a receita ficará mais saborosa. a petizada irá amar...
e é por isso que eu digo, meus amigos, bowls só da Santo Eugênio!

Ilustrações de Poty para o Pequeno Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa de Aurelio Buarque de Hollanda Ferreira

 Uma vez achei este dicionário de Aurelio para comprar e deixei pra lá. Me arrependi porque fiquei me lembrando das ilustrações de Poty que não me saíram da cabeça. Mas, como ando muito por aí nos sebos e brechós de meu deus, achei hoje pela manhã e a preço de apenas uma banana, o tal dicionário da Editora Civilização Brasileira, de 1967 e 11 edição
As pedras rolam, as pedras se encontram e sempre há uma surpresa para mim quando entro em um lugar de despojos. Aproveito-me deles, meu lado traça, não daninho, evidentemente, muito bonzinho, aliás,  pois compartilho o meu penoso trabalho de escanear - traça laboriosa - para que todos que fuçam o meu blog possam, no mínimo, se distrair.
Bem, Poty Lazzarotto foi um artista plástico brasileiro, curitibano, de obra vastíssima e variada, e que me lembro muito de seus trabalhos em  ilustrações para livros de Jorge Amado, de muitos outros autores  e das obras editadas pelas Edições de Ouro - já coloquei aqui as ilustrações para Diva de José de Alencar. As Edições de Ouro publicava livros de bolso que eu comprava loucamente para ler quando adolescente. Eles publicavam tudo que havia de literatura, todos os autores. E eu, traça leitora, fiz à festa na época.
Sobre Poty, o Google está cheio de informações e de imagens, mas as ilustrações deste dicionário não estão dando sopa por lá. Portanto, façam à festa!
Acho que Poty deve ter adorado ter recebido esta encomenda de fazer as introduções ilustradas para os verbetes do dicionário mais popular e mais conceituado do Brasil. Além de descolar uma grana, ele deu vazão e tratos à bola criando imagens que coubesse para o dicionário. E são desenhos lindos, todos lindos, mas alguns são deslumbrantes. As ilustrações para as  letras K e Y são soberbos! E por aí vai...
Em cada abertura de página vários desenhos dos mais simples aos mais sofisticados.
Uma boa viagem pelo ABC de Poty.








































"tataluga" marca de quem manuseou o dicionário.










quarta-feira, 20 de setembro de 2017

O Feirante e o Chapéu de Bananas.


Foto de Alexandre Sant'Anna que fez uma série de fotos com os vendedores da feira da Gávea no Rio de Janeiro e, com elas, ganhou o Prêmio Marc Ferrez de fotografias de 1994.
Adorei este feirante com o elegante chapéu/solidéu de bananas.
A foto, dos meus guardados, está em matéria de O Globo de 15 de julho de 1995.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Uma ilustração Chique


Já coloquei este desenho de propaganda aqui no blog. Agora, faço um novo recorte e posto novamente. Acho tão bonito e elegante o traço deste ilustrador neste desenho aquarelado dos anos 50.
Muito, muito chique!

domingo, 17 de setembro de 2017

Ilustrações da Globerama










Ilustrações na Enciclopédia Globerama - Tesouro de Conhecimentos Ilustrado, ed. 1962.
Adoro esses desenhos e as antigas impressões analógicas, com essas superposições de cores e que, em papel poroso, dão efeitos ótimos, antiguinhos, evidentemente, mas super modernos. Aliás, o capítulo dessas imagens é sobre ótica. Hoje é tudo com uma nitidez enjoada...
Gosto do difuso. 

Cinco Ilustrações de Renato Silva


Tia Mariquinhas e todas as plantas e todos animais em seu jardim. Harmônica.


Cantadores de viola. Cena antiga do Brasil antigo.


A professora, D. Nenén. KKKKKKK


Uma sessão no teatro e, abaixo, a velha Cecé. Adorei o capítulo A velha Cecé com o dedo em riste e dando suas boas lições e reprimendas. 
- Menino isto não se faz assim! 
- Menina, comporte-se!
-Isto são modos, meninos!
-Esta não foi a educação que lhes dei!
-Parem com esta algazarra!
-Vou por todos em castigo!


Os desenhos de Renato Silva, tão bonitos, estão no livro Cazuza de Viriato Corrêa em uma edição de 1992, 37 edição, com capa igual à original, aliás, o livro parece uma edição fac-similar, "iguar qui nem" à dos anos 20, acho, a década em que o livro foi lançado. O mais interessante é que este livro que comprei em minhas andanças, pertencia a uma aluna que estava matriculada em um conhecido colégio de Salvador em 1997! Viriato Corrêa na grade curricular de uma escola moderna. Salve!
Que bom que mantiveram o livro com seus textos educativos e exemplares, mas com as ilustrações originais. 
Não conhecia o livro, é claro que já tinha ouvido falar, mas nunca  li, nunca tive, nem lá em casa nunca vi.
Li alguns textos que contêm sempre um ensinamento, um fundo moral, uma mensagem de bom comportamento e... gostei! Não detectei preconceitos, nada desagradável a algum grupo.
Mas o que mais me encantou, e comprei o livro por isto, foram os desenhos com carinha de super antigos do ótimo Renato Silva, excelente ilustrador.
Que venham mais edições deste Cazuza. Se não leem mais, os "xóvens"pelo menos podem enxergar e apreciar os belos desenhos.